sábado, 28 de abril de 2007

Reflexões pseudo-filosóficas sobre algo que, na maior parte da vezes, não passa de um enroscar de línguas inquietas

No judaismo, a saliva é uma manifestação do espírito. Fico, então, pensando que o beijo pode ser a tradução mais concreta daquilo que os românticos incuráveis chamam de "almas que se encontram".

Lábios-dentes-língua-música

Já tocou uma alma, leitor? Acho que eu já... Pelo menos eu senti o que havia de mais acre-doce no seu eu e o amei, sem metafísica. O Outro foi muito real, dolorosamente carne, ossos e pensamentos. E beijos. E reticências...
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Too real. Too late.

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