Quando estou totalmente afogada no cotidiano, eu só penso na vida quando entro no ônibus e estou sozinha. Uma hora de Candeia-Dois Irmãos todo dia são o meu divã pessoal.
As reflexões de hoje foram as mais elementares: meu Deus, por que minha vida é tão... assim? Não sei. Me sinto sem paixão pelo mundo, parece que tudo perdeu o encanto. Tudo tão previsível, planejado. Sem sonhos, sem frio na barriga por nada. Na faculdade, quando eu ia apresentar um trabalho, ficava sempre com o coração acelerado. Alguns podem dizer que isso era nervosismo. Mas eu, que sentia, sabia que não era só isso. Era paixão mesmo, era uma vontade de fazer algo fantástico, de falar bem, de conseguir defender as idéias do texto e as minhas, de ter as pessoas prestando atenção ao que eu dizia. Qualquer texto que eu escrevesse era um parto, um parto meu: as palavras me pariram e eu, agora, filha ingrata, não dou a elas mais nenhuma atenção. Difícil ter ânimo para ler um texto até o final. Nenhuma música é a música da minha vida, aquela que você se arrepia quando escuta.
Nada! Nadinha! Ai!
O NOME DISSO
Há um ano

3 comentários:
fool!
Ou numa tradução uniliteral: besta!
Uhum, mas já passou. ^^ Eu só quis publicar pq achei esse texto perdido nos rascunhos e achei injusto q ele n viesse ao mundo! =D Por sinal, aproveitando o espaço, eu estou com um DVD seu! De Ligações Perigosas! É seu, não é??
Tipo, um deles eu precisei gravar num dvd meu. Só não se é esse que você está ai, hoho.
E que negócio é esse de publicar rascunho? Profissionalize-se!
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