domingo, 6 de julho de 2008

Conversas 4

Como é que você consegue escrever um livro inteiro sem nenhum travessão, nem ponto de interrogação, nem um exclamaçãozinha, E quem disse que é necessário, Eu sempre achei que fosse, Em qualquer história você só precisa de vírgulas e pontos finais, de pausas, finais e recomeços, Ah, e o que eu faço com os três pontinhos.

...

5 comentários:

Anônimo disse...

Pára, pára, pára! Cê tem um livro e ainda não me contou? Ah, fala sério! :P

E eu tb gosto dessa coisa de Saramago, só virgulas e ponto final. Assim como gosto do último capítulo do Ulisses, sem nenhuma pontuação....

Cadê esse teu livro?

Bjs!

Rafael Sotero disse...

ai vale perguntar qual dos Saramagos você estava lendo na época? :P

Andréa disse...

Meu livro está perdido em algum lugar do mundo das idéias... Não o pari ainda, mãe irresponsável.

E o Saramago é o do Convento de Mafra. Só esqueci de dizer que esse texto meu é brasileiro já - graças a Deus. Amanhã e depois eu coloco meus dois últimos textos portugueses aproveitáveis e acabam-se as confusões temporais!

Rafael Sotero disse...

Memorial do Convento. Esse eu desisti de ler na época. Achei portugues demais para mim =P

Andréa disse...

E é mt português mesmo! Por isso q só consegui ler aqui, qd a raiva já passou. Rsrsrsrsrsrs.